quarta-feira, fevereiro 16, 2005

Falando de Amor



Discuti este assunto várias vezes e ao longo da vida tenho ajustado as minhas ideias sobre a maneira como ele deve ser vivido.
Já acreditei no amor eterno (e parte de mim ainda o vive), já pensei que esse amor só existia de pais para filhos (incondicional) e já passei por fases em que jurava que nada era possível.
Hoje tenho uma ideia diferente, até alternativa.
Porque razão o Amor tem de ser sempre pensado da forma tradicional? Conhecimento, namoro e casamento (ou não).
Não pode apenas ser vivido? Independentemente de ter que ser um compromisso... não é algo que se explique, é um sentimento, algo que não é palpável.
Por essa razão acredito simplesmente no AMOR, no verdadeiro significado da palavra. Dizer “Amo-te” é deixar fluir o que nos vai na alma. Não precisamos de viver com a pessoa a quem o dizemos, não precisamos de a conhecer a 100%, não precisamos de ter receio de o dizer... só precisamos de o sentir.

6 comments:

At 16 de fevereiro de 2005 às 14:32, Blogger Paz Kardo said...

O amor é vida e a vida é bela...

Beijos iluminados e saudações nómadas...

 
At 16 de fevereiro de 2005 às 18:23, Blogger Roxanne said...

querida Lolita, que o sintas...sempre. Beijinho

 
At 16 de fevereiro de 2005 às 22:11, Blogger Marion said...

não posso concordar mais, é um sentimento infinito - enquanto dura -
ps: já amor de mãe, é algo de outro campeonato

 
At 17 de fevereiro de 2005 às 00:50, Blogger clark59 said...

Apoio todas as pessoas pensantes que, sobre uma desilusão, constroem uma nova ilusão. Essa é a condição humana

 
At 17 de fevereiro de 2005 às 00:51, Anonymous Just Tino said...

Que o amor seja palpável acho fundamental.

 
At 17 de fevereiro de 2005 às 02:15, Blogger AS said...

Caramba Clark. Essa deu mesmo que pensar. Grande verdade. Nunca tinha pensado nisso. Lolita, querida... Tens razão.

 

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